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Resíduos perigosos: como descartá-los?

Resíduos perigosos: como descartá-los?

Resíduos perigosos são mais facilmente encontrados e produzidos do que se pode pensar e são visíveis no nosso dia a dia.

Os impactos ambientais da presença desses materiais na natureza podem causar danos à vida de diversos organismos, incluindo seres humanos.

Por esse motivo, é preciso descartar produtos desse tipo de maneira adequada, evitando riscos irreversíveis para o meio ambiente e a saúde pública.

O Brasil já chegou à posição de 4º maior gerador de resíduos sólidos de todo o mundo, uma posição alarmante para o meio ambiente e a população do país.

Conhecer e realizar a maneira apropriada de descartar o lixo que produzimos é uma responsabilidade coletiva, que cabe a indivíduos, instituições e à indústria.

Para entender o que são resíduos perigosos e como descartá-los de forma segura, evitando impactos ambientais negativos, continue a leitura!

O que são resíduos perigosos?

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), também conhecida como Lei nº 12.305/10, é a legislação responsável por regular a maneira como o lixo é descartado no Brasil.

Segundo o documento, resíduos perigosos são materiais que apresentam risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, devido a determinadas características da sua composição.

Exemplos desse tipo, que costumam estar presentes em nosso cotidiano, são pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes.

As pilhas e baterias possuem metais pesados em sua composição, os quais podem ser corrosivos e tóxicos ao ser humano e ao meio ambiente.

As lâmpadas fluorescentes, por outro lado, contêm mercúrio, substância que contamina o solo e a água, podendo prejudicar tanto a vida animal quanto humana quando descartado na natureza.

Esses são apenas alguns dos casos mais comuns desse tipo de resíduo, que podem ser encontrados nas casas de todo o Brasil.

No entanto, a lista é extensa e inclui itens das mais variadas categorias.

Tipos de resíduos perigosos

Para ser considerado um resíduo perigoso, o material deve apresentar alguma característica que represente um risco à saúde pública ou ao meio ambiente.

Por isso, a Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) classifica esse tipo de resíduo conforme os traços danosos à natureza e à população em geral que apresentam. 

Um deles é a inflamabilidade, visto que há materiais que apresentam alto risco de combustão, portanto, conseguem provocar incêndios.

Esse é o caso de restos de tinta ou produtos que contenham substâncias como flúor e cloro.

Outra característica perigosa é a corrosividade, uma propriedade observada em objetos que contenham substâncias ácidas em sua composição.

Seus riscos incluem queimaduras severas a seres vivos quando não há o manejo e o descarte apropriados.

A reatividade também é uma propriedade alarmante dos resíduos, pois está relacionada com uma velocidade de reação muito alta no contato com determinados elementos.

Nesses casos, pode-se gerar reações perigosas de calor, produção de gases e até efeitos explosivos.

A toxicidade é observada em materiais que, como o nome indica, são prejudiciais a organismos vivos. Exemplos conhecidos são o mercúrio e os metais encontrados em pilhas e baterias, citados anteriormente.

A patogenicidade, por fim, é uma característica comum a dejetos hospitalares, pois consiste no risco de contaminação por alguma doença através do material descartado.

Portanto, quaisquer produtos cuja composição contenha elementos que apresentem alguma dessas características serão considerados itens perigosos.

Outros casos comuns desse tipo de materiais incluem pneus, eletroeletrônicos, óleos lubrificantes e agrotóxicos.

É importante ressaltar que, nos dois últimos casos, incluem-se ainda as embalagens, que também apresentam as características dos resíduos.

Como funciona o descarte desse tipo de resíduo?

Descartar de maneira apropriada é um compromisso coletivo com o meio ambiente, seja qual for a natureza do material descartado.

No caso de itens perigosos, essa responsabilidade é ainda maior para todos que participam do processo de produção e consumo dos produtos.

Nessas situações, é preciso ter em mente as proporções dos danos que podem ser causados por esses materiais ao meio ambiente e até à população de um local.

Assim, seu descarte não pode ser realizado juntamente a outros tipos, pois dessa forma ocorreria a contaminação de outras substâncias durante o processo.

Com a implementação de leis, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), foi possível encontrar soluções viáveis e eficientes para esse cenário, como é o caso da logística reversa.

Essa prática consiste, basicamente, no retorno dos dejetos ao seu produtor inicial.

Ou seja, o produto deve realizar o caminho inverso, saindo das mãos do consumidor, passando pelo comerciante e chegando enfim ao fabricante.

Assim, a legislação que prevê a utilização da logística reversa faz do descarte de resíduos perigosos um compromisso verdadeiramente coletivo.

Consumidor, comerciante e indústria atuam juntos na redução de impactos ambientais causados pela produção e consumo de bens.

Ao receber de volta os itens, a empresa é responsável por dar a esses produtos um destino apropriado, que garanta a segurança da população e do meio ambiente.

No caso de rejeitos, quando não há possibilidade de reaproveitamento, o descarte final pode ser feito através do direcionamento dos materiais a aterros sanitários.

No entanto, em alguns casos é possível reaproveitar os lixos descartados, dando a eles um novo destino, para o qual servirão como matéria-prima. 

O consumidor pode atuar nesse sistema realizando a devolução de seus resíduos perigosos a pontos de coleta, os quais podem ser indicados pelo próprio comerciante responsável pela venda do produto.

Assim, é possível retornar pilhas, baterias, lâmpadas, medicamentos e demais objetos que possam causar danos ao meio ambiente.

Cabe ressaltar que, entre as cores das lixeiras da coleta seletiva, há uma destinada a resíduos considerados perigosos.

As lixeiras de cor laranja, portanto, indicam que o descarte do material pode ser realizado naquele local.

Ao fabricante, por sua vez, cabe implantar o sistema de logística reversa em sua empresa, garantindo o destino adequado de todo resíduo gerado por seus produtos.

Todos os lixos, sejam considerados perigosos ou não, devem receber destino adequado para evitar impactos ambientais negativos.

Conheça o Grupo Alto Tietê, uma empresa comprometida com o meio ambiente e especializada em coleta, processamento, destinação de dejetos e todas as atividades relacionadas a esse processo.

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