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Cores da coleta seletiva: por que o lixo é separado dessa forma?

Cores da coleta seletiva: por que o lixo é separado dessa forma?

É muito provável que você já tenha visto as cores da coleta seletiva, mesmo que não saiba o que significam.

Essa sistematização é de extrema importância para o processo de reciclagem dos resíduos sólidos, pois é a separação deles que dá início ao procedimento.

Como cidadãos, saber quais são as cores e seus significados é essencial para evitar erros e garantir a separação correta do lixo que produzimos.

Dessa forma, atos simples se tornam rotina e ajudam na preservação do meio ambiente e até na manutenção da saúde pública.

Por isso, preparamos um post com tudo que você precisa saber sobre as cores da coleta seletiva e qual a sua importância. Leia e confira!

Por que as latas de lixo são separadas por cor?

Para entender a importância das cores da coleta seletiva, é preciso compreender o quadro que se estabelece no nosso país.

Segundo dados disponibilizados no Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil de 2020, no ano anterior o país produziu 79,1 milhões de toneladas de lixo.

Essa informação é alarmante, tanto pelo número muito alto quanto pelo seu crescimento em relação aos dados dos anos anteriores.

Além disso, o mesmo estudo demonstrou que cada brasileiro produz cerca de 379,2 kg de lixo por ano, ou seja, mais de 1 kg por dia.

Mas a preocupação não está associada apenas à quantidade de lixo produzida, mas sim à sua destinação.

Cerca de 50% desses resíduos ainda são enviados a áreas ilegais de despejo, os lixões a céu aberto, responsáveis por níveis alarmantes de poluição atmosférica.

Nesse sentido, a coleta seletiva é uma grande aliada na redução do impacto ambiental causado pelo descarte de itens sólidos.

Esse tipo de coleta é responsável por dar o destino apropriado a cada categoria de resíduo, seja ele o reaproveitamento através da reciclagem ou o descarte apropriado em aterros sanitários.

Para ser realizada, é preciso que os resíduos sejam separados conforme o material pelo qual são compostos, aí que entram as cores da coleta seletiva.

É através dessa sistematização que se realiza a separação do lixo que produzimos, com cada cor indicando um material.

Realizar a divisão corretamente permite que a coleta seletiva trabalhe eficientemente, analisando os resíduos descartados e concluindo qual seu destino adequado.

Além disso, as cores da coleta seletiva se tornaram uma imagem bastante conhecida pela população em geral.

Mesmo que muitos não saibam o significado de cada uma, a popularização dessa iniciativa já representa um ganho para a conscientização de todos e uma possível mudança de hábitos.

O próximo passo é entender o que as cores representam e como isso se dá na prática, para então dar esse passo tão importante em direção a um futuro melhor e seguro para o meio ambiente.

Quais as cores da coleta seletiva?

As cores da coleta seletiva foram determinadas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) em 2001 e, desde então, têm sido utilizadas em todo o país.

Duas décadas atrás, o próprio documento já reforçava a necessidade de redução do impacto ambiental associado à extração, geração, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos.

Hoje em dia, é raro encontrar alguém que nunca tenha encontrado as lixeiras coloridas em ambientes como praças, estacionamentos, universidades e todo tipo de local público.

As cores mais comuns não são muitas e podem ser facilmente memorizadas.

Azul

Segundo o código, a cor azul representa que a lixeira é destinada ao descarte de papel e papelão.

Ou seja, revistas, panfletos, folhas de caderno, caixas de papelão, cartazes, etc.

Vale ressaltar que adesivos, bitucas de cigarro e papéis plastificados ou metalizados não devem ser descartados nas lixeiras azuis.

Vermelho

A cor vermelha é destinada a resíduos de plástico.

Alguns exemplos são as embalagens PET, copos, sacolas e canos de PVC.

Produtos que podem gerar confusão, mas que não devem ser descartados na lixeira vermelha, incluem cabos de panela, adesivos, acrílico e embalagens metalizadas, como pacotes de biscoito.

Amarelo

O amarelo, por sua vez, foi a cor escolhida para os resíduos de metal.

Produtos que podem ser descartados são tampinhas de garrafa, latas, ferragens, arames, pregos, parafusos e demais ferramentas.

Nessas lixeiras, não devem ser descartados grampos, esponjas de aço, aerossóis, latas de tinta, verniz, inseticidas e de produtos químicos em geral.

Verde

As lixeiras verdes são o destino determinado para resíduos de vidro.

Garrafas, potes de conserva, frascos vazios de remédios, copos e cacos desses produtos podem ser descartados nesse local.

Por outro lado, espelhos, óculos, boxes temperados, cerâmicas e porcelanas não devem ser incluídos.

Além disso, esse é um tópico especialmente importante por conta dos riscos à segurança daqueles que esvaziam as lixeiras quando o vidro não é descartado corretamente.

Existem outras cores?

As lixeiras azuis, vermelhas, amarelas e verdes são as que encontramos com mais frequência, pois a maior parte dos produtos que consumimos, assim como suas embalagens, são compostos por esses materiais.

No entanto, o código estabelecido pelo CONAMA conta com dez cores.

Lixeiras pretas são destinadas à madeira, como no caso de galhos de árvore, palitos e móveis.

Nesse caso, é importante estar atento para a presença de pregos e parafusos, que devem ser descartados com os metais, na lixeira amarela.

A cor laranja representa o destino dos resíduos perigosos, ou seja, materiais que possuem elementos danosos à saúde e ao meio ambiente em sua composição.

Exemplos desse tipo são pilhas e baterias, que possuem metais pesados e tóxicos, além de lâmpadas fluorescentes, que podem liberar mercúrio.

A lixeira branca é destinada a lixos hospitalares e, por isso, não é facilmente encontrada em locais públicos.

Nela, devem ser descartados todos os objetos utilizados no ambiente hospitalar, como bisturis e outras lâminas, luvas, agulhas e gaze.

O roxo é a cor do lixo radioativo, que é raramente produzido pela população em geral.

Os resíduos orgânicos, que correspondem basicamente a sobras de alimentos, devem ser descartados nas lixeiras de cor marrom.

As de cor cinza, por fim, são o destino de materiais não recicláveis, como guardanapos, papel higiênico, adesivos, espelhos e alguns outros.

Agora, você já conhece as cores da coleta seletiva, o que representam e qual sua importância para a preservação do meio ambiente.

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